April 2013
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Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror.
– Charles Chaplin. (via nothing-lasts-foreverl)
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Surdina Quem toca piano sob a chuva, na tarde turva e despovoada? De que antiga, límpida música recebo a lembrança apagada? Minha vida, numa poltrona jaz, diante da janela aberta. Vejo árvores, nuvens ,- e a longa rota do tempo, descoberta. Entre os meus olhos descansados e os meus descansados ouvidos, alguém colhe, com dedos calmos ramos de som, descoloridos. A chuva interfere na...
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quitte-toi
quitte-toi
fais s’ébouler
tes murs
lance ta vie
sur les...
– (via ambre40)
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Hay lugares donde no es preciso
que algo esté encendido para que alumbre.
– Fragmento de 5, Roberto Juarroz (via etre-dana)
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(…) los labios besan sombras ya besadas,
los ojos ven, el corazón presiente.
...
– Fragmento de Junio, Octavio Paz. (via etre-dana)
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C’è un’isola in me,
dove il vento soffia
di terra, e quando il mare urla
la...
– Fernando Pessoa, L’isola in me (via lacrisalideinversa)
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March 2013
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Rosa Quand d’obéir dégoûte On s’enfonce dans la vase Y’a toujours une goutte Qui fait déborder un vase Et puis se voir dire non Enfin, enfin le dire Pour respirer à fond Se soulager du pire C’était çà ou crever Sans fierté à genoux Quand y a rien à rêver Qu ‘est ce qu’on risque après tout T’avais rien d’mandé là… Rosa Mais...
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Em especial, no dia de hoje, quero cumprimentar a vocês, minhas lindas seguidoras e amigas. Tenho dedicado este blog, em grande parte , à figura feminina, através da fotografia, arte,música e literatura, que a expressa e valoriza. Não sou uma feminista, no sentido comum da palavra, acredito que a mulher tanto quanto o homem tem seu papel e responsabilidade na construção deste universo em que...
February 2013
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Recueillement Sois sage, ô ma Douleur, et tiens-toi plus tranquille. Tu réclamais le Soir; il descend; le voici; Une atmosphère obscure enveloppe la ville, Aux uns portant la paix, aux autres le souci. Pendant que des mortels la multitude vile Sous le fouet du Plaisir, ce bourreau sans merci, Va cueillir des remords dans la fête servile, Ma Douleur, donne-moi la main; viens par ici, ...
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Recolhimento Sossega, minha Dor, não desesperes não. Reclamavas da luz; já se vai; finda o dia. A cidade mergulha na escuridão que alguns atormenta e outros alivia. Enquanto dos mortais a reles multidão, escrava do Prazer, carrasco sem perdão, vai colhendo remorsos na mísera orgia, aceita, minha Dor, esta mão que te guia pra longe deles. Vê como os Anos finados nos olham lá do céu com...
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